Não fazer sentido
Parece ser o destino
Procurar um ombro amigo
É fugir em vão
Pois esse meu coração
Continua insistente
Batendo debilmente
Mesmo ferido pela razão
Finge estar contente
Mas no fim é deprimente
Não quer viver o desapego
Então se esconde com desespero
No breu da própria ilusão
Tudo porque não aceita o desprezo
De um outro coração